O cyberbullying pode ser
realizado de distintas maneiras. Através de ameaças, roubo de identidade e/ou
palavra-passe, criação de páginas em sites sociais falsas (em nome da pessoa
vitimizada). O envio de vírus também pode ser uma forma de bullying através da
internet assim como o envio de imagens e/ou vídeos independentemente de serem
verídicas ou não.
As ameaças podem ser realizadas pelo correio electrónico e/ou
telemóvel, aqui os agressores podem adoptar um username idêntico ao da vítima.
Ao conseguir a palavra-passe o agressor pode fazer-se
passar pela vítima nos sites sociais em que este está inscrito. Deste modo,
pode mandar mensagens menos próprias pelo e-mail ou ser ofensivo com as pessoa
com quem a vitima convive pelos chats. O agressor pode ainda alterar as
palavras-passes e usufruir das contas da vítima.
Os agressores podem criar páginas em sites sociais adulteras
sobre a vítima, assim o agressor pode expor todo o tipo de informações sobre a vítima.
Informações verídicas como a morada e o número de telemóvel ou informações
irreais. Isto pode levar a assuntos bem mais graves como poder ajudar um
pedófilo a encontrar e a informar-se sobre uma vítima.
O envio de vírus não é feito unicamente para indivíduos adultos, mas
para todos os usuários da internet. Através dos vírus os agressores podem ter
acesso a palavras-passe para além de infectar o computador.
O agressor pode ainda servir-se
do envio de imagens e/ou videos reais ou
montagens para torturar a vítima. Através do correio electrónico esta forma
de bullying espalha-se rapidamente humilhando a vítima. Porém, através de mms é
mais rápido porque uma fotografia ou vídeo tirado no momento podem ser enviados
para um alargado número de espectadores. Há ainda a possibilidade de serem
descarregados na internet e terem milhões de visualizações por segundo.